domingo, 1 de junho de 2008

Cores amontuadas,cheiros familiares e estragos a parte.



Não sei,se em meus 14 anos de vida,eu realmente fiz um grande estrago ou fiz um grande bem feito,não sei se eu consegui demostrar tudo o que eu queria e se me fiz parecer interessada,pelas coisas certas.

Não tem como saber dessas coisas as vezes. as vezes é bom esquecer como é viver
e se fingir de desentendidos,tateando no escuro,a procura de uma guia.

Eu faz tempo que não falo com meu pai,nos desencontramos tanto,eu fico pensando
que as vezes isso é triste,mas só quando eu penso no assunto e vejo que cá estou eu
eu gostaria de falar mais com a minha mãe,por que eu não faço isso,por que ?
acho que palavras não podem descrever,tudo que um ser humano pensa e age,nem mesmo na hora certa ,pode haver palavras certas. Eu poderia achar meia duzia de palavras difícies e tentar dizer o que sinto,o que é a tristeza e a felicidade que dão tantos contrastes coloridos e incolores,em nosssas vidas.mas elas não estariam certas
não estariam em ordem,estariam limitadas as seus próprios significados,mas nossos sentimentos não são limitados e tampouco a minha dúvida quanto a verdadeira forma que eu devo agir com as pessoas,e comigo mesma,minhas palavras soam tão piegas e caladas
quanto os meus pensamentos,e eu realmente estou perdida,perdida mesmo,entre pessoas lugares escolhas formas palavras músicas respostas e mágoas.
E mesmo tendo escrito tudo isso,isso não é absolutamente nem metade das coisas que eu estou sentindo.

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